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1 de maio de 2009

As Estrelas

A olho nu
Há séculos e séculos o homem tenta decifrar os mistérios dos pontinhos que brilham no céu durante a noite.
Um dos primeiros desafios dos astrônomos do mundo inteiro foi encontrar meios de contar as estrelas. A olho nu, em uma noite bem clara, são visíveis cerca de 6 mil estrelas, mas isso é só uma minúscula amostra do que existe.

Instrumento curioso
Antes da invenção do telescópio – que ocorreu por volta de 1600 – os astrônomos já tinham descrito milhares de estrelas usando visores tão insólitos como a mira de um fuzil. Em 1860, com a ajuda de um pequeno telescópio o astrônomo prussiano Friedrich Argelander conseguiu elaborar o primeiro catálogo estelar, com 458.000 estrelas!

Cada vez mais potentes
Hoje, o maior telescópio do mundo mostra mil estrelas para cada uma das que estavam registradas nos catálogos. Em alguns séculos, passou-se de telescópios com espelhos de 2,5cm de diâmetro, como o que era usado por Isaac Newton (1642-1727), a gigantescos aparelhos com espelhos de vários metros. Outra grande mudança das últimas décadas foi a incorporação da informática à exploração do universo. Com os computadores, os astrônomos podem estudar as fotografias tiradas por telescópios instalados na terra e no espaço.
É por isso que já existe informação sobre mais de um bilhão de estrelas.

Colaboradora: Giovanna M. A. – 08 anos
Fonte: Escola Ilustrada nº 26

19 de abril de 2008

Como Surgiu o Universo

A longa história de como a humanidade tentou explicar o espaço


Como surgiu o Universo?
Qual a origem e o destino dos planetas e estrelas?
O espaço é realmente infinito?
Os homens sempre quebraram a cabeça para responder essas perguntas, refletindo, muitas vezes, as crenças filosóficas e religiosas de seu povo.
Cada resposta trouxe uma legião de outras perguntas, que exigiram dos físicos exercícios de abstração ainda mais extremos.
Os novos modelos do espaço parecem mais bizarros que aqueles feitos há milhares de anos.
Veja aqui um resumo dessa história fascinante.


Século 6 e 5 a.C. - Pré- Socráticos
Os primeiros filósofos gregos elaboraram várias explicações para o cosmo. De acordo com Anaximandro, o Universo surgira da água e os seres humanos descendiam dos peixes; A Terra seria um disco achatado e flutuante, circundado por tubos furados de névoa luminosa, com um círculo de fogo por fora.


Século 4 a.C. - Modelo Geocêntrico
Aperfeiçoando idéias de Pitágoras, Eudoxo de Cnido criou um modelo geocêntrico do Universo, onde os planetas eram corpos esféricos que se moviam em órbitas circulares e as estrelas estavam fixas numa esfera externa. Aristóteles, no mesmo século, e Ptolomeu, 200 anos depois, também acreditavam que a Terra ficava no centro do cosmo.


Século 16 – Modelo Heliocêntrico
As idéias de Aristóteles e Ptolomeu dominaram o pensamento ocidental até a época de Nicolau Copérnico (1473-1543). Para ele, o Sol, e não a Terra, era o centro de todo o Universo. Mais tarde, Giordano Bruno (1548-1600) afirmou que o Universo não tem centro nem limites, e que as estrelas estão espalhadas através de um espaço infinito. Morreu na fogueira.


1920 – Big Bang
Baseando-se na teoria da relatividade, Georges Lemaître e Alexander Friedman propuseram, na década de 1920, o modelo de um Universo finito, em constante expansão, com um início determinado no tempo. Tudo teria começado com a expansão de um só átomo, onde toda matéria e energia se concentravam com densidade infinita. Em 1950, o físico Fred Hoyle tentou ridicularizar a idéia com o apelido de big bang (“grande estouro”). O termo acabou dando nome à teoria.


2001 até os tempos de hoje – Ecpirótica
A teoria (nomeada a partir do grego ekpyrosis, “fogo desastroso”) diz que tudo surgiu do choque de duas”membranas cósmicas” numa quarta dimensão do espaço. É algo impossível de desenhar – por isso a ilustração simplifica a idéia e mostra duas “membranas bidimensionais” que se chocam na terceira dimensão (é difícil, mas tente imaginar tudo com uma dimensão a mais). O choque teria sido percebido aqui como big bang. A teoria é a única que faz sentido se a relatividade e a física quântica forem corretas.


Colaborador: Jhon Carlos S. A.- 11 anos
Revista Super Interessante nº 193

22 de janeiro de 2008

Seu Corpo Fala

Decifre o que você pode estar dizendo sem usar nenhuma palavra.
No meio de um filme de terror, a gente se encolhe na poltrona, range os dentes, arregala os olhos e rói as unhas. Não é preciso dizer nada para todos perceberem que estamos com medo. Essa é a nossa linguagem corporal em ação, ou seja, os movimentos do corpo mostrando informações sobre nós.
Se você prestar atenção, vai ver que o modo como mexemos as mãos, sorrimos ou inclinamos as sobrancelhas muitas vezes avisa que estamos alegres, tristes ou com medo.
Nós aprendemos o significado desses gestos durante nosso crescimento sem perceber. Copiamos o jeito de colegas, irmãos ou dos pais e repetimos esses movimentos.

Sem dizer nada, acabamos formando um verdadeiro dicionário de linguagem corporal.
Nem todo mundo tem reações iguais, mas alguns gestos podem dar pistas sobre nosso humor.
Olhos
Quando ficamos assustados, arregalamos os olhos. E, numa conversa, olhar no olho dos outros mostra atenção e sinceridade. Já desviar o olhar dá a impressão de esconder algo.
Pernas

Quando elas estão fechadas e próximas, é sinal de que a pessoa não está se sentindo à vontade ou até séria. Já quando estão separadas demonstram que a pessoa está tranqüila.
Boca
Uma boa gargalhada é sinal de alegria. Mas um sorriso “amarelo”, meio forçado pode ser sinal de raiv
a. E quem ri de boca fechada mostra timidez.
Braços
Quando uma pessoa está relaxada ou quer mostrar amizade, eles ficam soltos e abertos.
Já quando a pessoa está nervosa ou tímida, eles ficam juntos e perto do corpo.
Braços cruzados dão a impressão de que a pessoa está “fechada” para coisas novas, opiniões e até amizades.


Colaboradora: Martha S.L.- 09 anos
Nicholas C.F. - 08 anos
Fonte: Revista Recreio – nº264